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Tendências do consumidor norte-americano

Além das novas mídias que surgem no mundo, que por si só já mudam bastante o trabalho dos especialistas em marketing, agora o artigo publicado pela Advertising Age, por Peter Francese, mostra a grande preocupação com o perfil do consumidor americano, que muda drasticamente a cada dia. Além da maioria da população ser formada por “seniors citizens”, os fatores demográficos mudam de forma inacreditável. Segundo Peter, as principais tendências das mudanças são:

1. Gerações Mais Velhas: A média da população hoje gira em torno dos 55 anos.

2. As discrepâncias entre consumidores: As atitudes e comportamentos dos consumidores são totalmente diferentes. Os consumidores já online e wireless vivem num mundo totalmente diferente dos mais velhos, ainda leitores de jornal.

3. As discrepâncias entre regiões: O Norte do país tem uma concentração maior da população com mais idade; o Oeste tem mais jovens e maior diversidade; dois terços dos imigrantes estão no Sul e no Oeste do país;

4. O surgimento de novos consumidores: A idade média de uma mulher hispânica nos Estados Unidos gira em torno dos 28 anos (14 anos mais jovem do que o resto da população nativa). Cada 2 em 5 consumidores com menos de 45 anos, são hispânicos, negros ou asiáticos. Mais da metade da população da Califórnia e do Texas é composta por imigrantes.

5. Os resultados da forte imigração: nos últimos 7 anos, 40% do crescimento da população norte-americana se deve a imigrantes. Os estados com maior concentração são Nova Jersey, Michigan, Illinóis e Connecticut.

Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui.

5 Respostas para “Tendências do consumidor norte-americano”


  1. Icone Gravatar 1 João Paulo Dias

    Olá

    Hummm, acho que na síntese geral do texto, essa idéia de uma tendência no consumo reflete aqui no Brasil também, mas claro, numa escala bem menor, mas nossa população anda já bem mista e os padrões de consumos mais mistos ainda, visto que como no texto, temos várias coisas em comum: meus pais não compram nada via internet, enquanto quase tudo que eu compro, é via online, claro, as vezes me dou mal, mas ainda tenho fé na internet; o norte de nosso país, é a região menos habitada e com menor PIB per capita do país seguido pela região nordeste, e nesses locais, pouco ou quase nada do consumo se dá via online, continuando a parecer como o cenário norte americano, onde vivem os velhinhos :D ; há imigrantes no Brasil? Bom, cá na minha região parece que brota japones do chão, tem demais! Nada contra, é claro. Na Universidade que estudo, 50% é “olhinho puxado”… Emfim, torma-nos em vários aspectos uma projeção dos norte-americanos.

    Abraços
    JP

  2. Icone Gravatar 2 João Paulo Dias

    PS: Double Post, nem sei se é moderado, mas.. pendente de baixar um bom corretor ortográfico :D
    Ainda não consegui distinguir as palavras das fórmulas, acabo de sair de uma prova de Calculo, aí já vez como ando trocando letras :D

  3. Icone Gravatar 3 Jorge Carvalho

    Vivi, a revista Rotman dedicou sua última edição toda ao tema consumo. Vale a pena conferir, da até para baixar os pdfs aqui: http://tinyurl.com/5oq5nf

  4. Icone Gravatar 4 dalton

    bom dia vivianne, td bom?
    qdo o assunto eh consumo, e o veiculo eh tv, oq faz, na sua opiniao, o consumidor escolher entre shoptour, mix tv, shoptime, e outros derivados?? ainda mais num momento de economia retraida.
    vc acredita q este modelo (varejo em tv) daria certo fora das grandes capitais?
    abraco, dalton.

  5. Icone Gravatar 5 Cristiano Alonso

    Olhe como consumo americano faz marcha-atrás, acredito que os consumidores americanos queiram uma liquidação hehehehe quem não quer e os comerciais é uma forma inteligente de atrair eles..

    Qt tempo não passo por aqui manda um bjo para a Glau Vivi

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