Santa Casa bate recorde de doação de órgãos
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Luiz Cavacchini disse às 11:45 amNão penso assim. Quero ser lembrado por algo notável que fiz em vida. Pode ser a educação de vou deixar para os meus filhos, ou a lâmpada eterna. mas se que fiz algo notável. A doação de órgãos é uma delas, e na minha opinião, o contexto do filme é de mostrar que algo de mim ainda vive, e que de certo modo, as pessoas vão lembrar de mim, saber que eu ainda vivo sem recorrer a fé ou ao sobrenatural. De uma maneira, meu legado ficou, e isso é o mais importante, para o meu cachorro, meus entes queridos, para quem quer que seja. Não só a doação de órgãos, mas também quando eu ajudo uma velhinha a atravessar a rua. -
Leka disse às 5:28 pmConcordo com a Vania...também não gostei...fiquei um tempão deprê ao ver o sofrimento do cachorrinho..acho que daria para passar essa mensagem sem mostrar o sofrimento de um animalzinho que nem entende o que acontece e o porquê de ter sido "abandonado"...existem outras formas conscientizar as pessoas de que a doeção de órgãos é importante. Se eu fosse pensar de acordo com o que o filme mostra, não doaria meus órgãos...pra ver meu cachorro sofrendo pela minha ausência? -
Miguel disse às 2:19 pmO que importa é que deu resultados. Agradar à todos os gostos é impossível, mas a propaganda é notável. Envolve quem assiste para deixar o recado que apesar da morte de um ente querido, que deixa a tristeza em todos os seus familiares (aqui representados pelo cãozinho), pode salvar vidas com a doação de órgãos. Particularmente o que mais me sensibilizou nesta propaganda não foi apenas o fato de o cachorro ter sentido uma conexão com o cara, mas o homem pára, olha, se vira e anda um pouco e então pára e olha de novo. -
Marcelo disse às 7:57 pmA propaganda é linda. Gostaria de saber quem canta a musica, por favor. Obrigado -
Bruno disse às 10:00 pmEu nem ia comentar mais depois de ver o comentário da Vânia não pude deixar de faze-lo. Desculpa dizer isso mais esse comentário demonstra grande egoismo... quer dizer que porque eu não vou estar ajudando alguem próximo a mim, não vai ter VANTAGEM (foi essa a palavra usada), e o pior como eu não impedi que meu CACHORRO fica-se triste não fez sentido eu salvar uma VIDA... Eu também gosto de animais, tenho meu cachorro, mas colocar as pessoas abaixo deles é o que faz do mundo o que ele é... -
Gustavo disse às 9:45 pmSignifica que se você doa seus órgãos de alguma forma você ainda estará aqui, uma criança de 10 anos entende isso. O cachorro é legalzinho e a historinha comovente, todas as pessoas que conheço e viram acharam muito positiva a mensagem, mas daí a ficar depressiva ... precisa de um psicológo -
MAIZA disse às 9:01 pmGostaria de deixar registrado aqui minha opinião;a propaganda e linda,toca o coração da gente sim,mas tenho q concordar com a Vania q doi ver aqle cãozinho triste sentindo falta do seu dono,esperando por uma pessoa q naum vai voltar mais seria legal se ele recebesse um afago do homem, pelo q entendí o homem fica olhando o cão tbm sem entender nda anda olha de novo creio q ele tbm sentiu algo pelo cachorro e pq ñ serem amigos para amenizar a tristeza q o cão passa q tal se após aqle dia o cãozinho ficasse sempre na calçada esperando seu amigo passar.Há e quero dizer q sou completamente a favor da doação de orgãos. -
Valter Munhoz disse às 8:24 pmGalera, meus sinceros cumprimentos pela campanha, simplesmente linda, me emocionei da primeira vez que vi, procurei o site da agência exatamente para deixar esse elogio! Agora, o site não é legal, muito poluido e pouco atraente, usem essa criatividade para dar uma melhorada. Não levem a mal, é apenas uma crítica construtiva....abraços e muito sucesso! -
joao kleber disse às 7:59 pmEu via propaganda num canal de tv por assinatura. Me emocionei da mesma forma que todos. A ingenuidade do cão que sofre sem saber que não encontrará o dono me comoveu. E achei legal associar isso à doação de órgãos. Mostrou que uma parte de alguem ainda continua viva em outra pessoa. Mas usou um tema muito triste para sensibilizar. Alguem sabe onde aquele cachorro mora?? Quero adotá-lo. (heheheheeh) Mas lanço a campanha para a continuação do filme. Já que uma parte do dono do cão continua viva dentro do cara, isso o sensibiliza e o cara lembra do cão e fica pensando. Volta pela calçada para encontrá-lo. O cão, deitado na varanda da casa, sente o cara voltando e novamente se manifesta.. corre para encontrá-lo. O cara pega o cão no colo, que o lambe, e o abraça, deixando entender que ali começa uma amizade entre os dois. Felicidades para todos,,, Amor para os animais.. abraços e beijos.. -
Adriana disse às 8:39 pmA campanha é linda, a mensagem é tocante... Eu recebi um órgão de cadaver, ou seja, sou transplantada. Para quem precisa, foi gol de placa... e se analisarmos, o caozinho não estaria triste de qualquer maneira? A continuação sugerida pelo colega é nota 10! Bjs a todos e lembrem-se: "Doe Órgãos, Doe Vida". -
Viviane disse às 10:53 amAlguém sabe quem canta a música? Obrigado. -
Vip' disse às 1:48 pmgostaria de sbar quem canta a musica do filme. preciso urgentemente pra fazer um trabalho.
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Clientes (Y&R), Mídia (Y&R), Entretenimento, Atendimento (Y&R), Estilo & Comportamento, Comerciais & Vídeos, Assessoria (Y&R), Geral
A Santa Casa de São Paulo comemora os resultados da campanha criada pela Y&R com o propósito de conscientizar a população sobre a importância de doar órgãos. A agência colocou no ar em maio desse ano o filme “Cachorro” , com o intuito de dar continuidade aos esforços de comunicação do Serviço de Captação de Órgãos e Tecidos da Santa Casa de São Paulo. Em apenas três meses de veiculação, a instituição aumentou em 30% a captação de órgãos no primeiro semestre, tendo batido recorde de doadores, chegando a 60 doadores nos primeiros 7 meses de 2008, contra 62 doadores em todo o ano passado.
A criação é de Axel Levay, Marilu Rodrigues e Widerson Souza, com direção de criação de Tomas Lorente e Cássio Zanatta. A direção de cena é de Alex Gabassi, da produtora O2 Filmes, e trilha sonora composta por Hilton Raw e Fernando Forni, da produtora Hilton Raw.
Veja o filme aqui:
