Santa Casa bate recorde de doação de órgãos
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Abner E. Barbosa disse às 5:50 pmNão tenho certeza se a letra está toda correta, mas creio que está bem próxima. Para quem quiser a letra, segue abaixo: Clouds come and go (The) rivers flow Millions of wheels go round and round Stars moving slow When I see you (Your) everything, I (can) know A Palavras entre parênteses são as que não tenho certeza. -
Vânia disse às 6:17 pmLamento ser a única a vir comentar o lado negativo desse filme. Sou totalmente favorável à doação de órgãos. Não gostei do filme, as pessoas que adoram animais, como eu, ficam sensibilizadas. O cachorrinho sofre com a saudade do dono e a indiferença (involuntária) da pessoa que recebeu o órgão. Não acho que dessa forma vocês consigam atingir o objetivo com essa parcela da população(que, aliás, costuma ser muito sensível e receptiva). O sofrimento mostrado do animal é totalmente inútil. Qual a vantagem em ser doador, no conceito do filme? Ter uma parte de si que ainde continua? PRÁ QUE?Prá fazer um animal se enganar, e continuar se sentindo ainda mais abandonado? Desculpem, mas realmente não entendí.Não creio que a idéia fosse criar polêmica.Acredito que, dentro dessa idéia, daria para fazer um filme bem mais interessante. Em tempo: conheço muitas pessoas que pensam como eu sobre esse filme. -
Luiz Cavacchini disse às 11:45 amNão penso assim. Quero ser lembrado por algo notável que fiz em vida. Pode ser a educação de vou deixar para os meus filhos, ou a lâmpada eterna. mas se que fiz algo notável. A doação de órgãos é uma delas, e na minha opinião, o contexto do filme é de mostrar que algo de mim ainda vive, e que de certo modo, as pessoas vão lembrar de mim, saber que eu ainda vivo sem recorrer a fé ou ao sobrenatural. De uma maneira, meu legado ficou, e isso é o mais importante, para o meu cachorro, meus entes queridos, para quem quer que seja. Não só a doação de órgãos, mas também quando eu ajudo uma velhinha a atravessar a rua. -
Leka disse às 5:28 pmConcordo com a Vania...também não gostei...fiquei um tempão deprê ao ver o sofrimento do cachorrinho..acho que daria para passar essa mensagem sem mostrar o sofrimento de um animalzinho que nem entende o que acontece e o porquê de ter sido "abandonado"...existem outras formas conscientizar as pessoas de que a doeção de órgãos é importante. Se eu fosse pensar de acordo com o que o filme mostra, não doaria meus órgãos...pra ver meu cachorro sofrendo pela minha ausência? -
Miguel disse às 2:19 pmO que importa é que deu resultados. Agradar à todos os gostos é impossível, mas a propaganda é notável. Envolve quem assiste para deixar o recado que apesar da morte de um ente querido, que deixa a tristeza em todos os seus familiares (aqui representados pelo cãozinho), pode salvar vidas com a doação de órgãos. Particularmente o que mais me sensibilizou nesta propaganda não foi apenas o fato de o cachorro ter sentido uma conexão com o cara, mas o homem pára, olha, se vira e anda um pouco e então pára e olha de novo. -
Marcelo disse às 7:57 pmA propaganda é linda. Gostaria de saber quem canta a musica, por favor. Obrigado -
Bruno disse às 10:00 pmEu nem ia comentar mais depois de ver o comentário da Vânia não pude deixar de faze-lo. Desculpa dizer isso mais esse comentário demonstra grande egoismo... quer dizer que porque eu não vou estar ajudando alguem próximo a mim, não vai ter VANTAGEM (foi essa a palavra usada), e o pior como eu não impedi que meu CACHORRO fica-se triste não fez sentido eu salvar uma VIDA... Eu também gosto de animais, tenho meu cachorro, mas colocar as pessoas abaixo deles é o que faz do mundo o que ele é... -
Gustavo disse às 9:45 pmSignifica que se você doa seus órgãos de alguma forma você ainda estará aqui, uma criança de 10 anos entende isso. O cachorro é legalzinho e a historinha comovente, todas as pessoas que conheço e viram acharam muito positiva a mensagem, mas daí a ficar depressiva ... precisa de um psicológo -
MAIZA disse às 9:01 pmGostaria de deixar registrado aqui minha opinião;a propaganda e linda,toca o coração da gente sim,mas tenho q concordar com a Vania q doi ver aqle cãozinho triste sentindo falta do seu dono,esperando por uma pessoa q naum vai voltar mais seria legal se ele recebesse um afago do homem, pelo q entendí o homem fica olhando o cão tbm sem entender nda anda olha de novo creio q ele tbm sentiu algo pelo cachorro e pq ñ serem amigos para amenizar a tristeza q o cão passa q tal se após aqle dia o cãozinho ficasse sempre na calçada esperando seu amigo passar.Há e quero dizer q sou completamente a favor da doação de orgãos. -
Valter Munhoz disse às 8:24 pmGalera, meus sinceros cumprimentos pela campanha, simplesmente linda, me emocionei da primeira vez que vi, procurei o site da agência exatamente para deixar esse elogio! Agora, o site não é legal, muito poluido e pouco atraente, usem essa criatividade para dar uma melhorada. Não levem a mal, é apenas uma crítica construtiva....abraços e muito sucesso! -
Luzi disse às 7:28 pmoi eu gostaria de perguntar ce alguem pode me informar o cantor da musica? desde ja obrigada -
Jonas disse às 2:47 pmGostaria de saber de onde foram tirados estes dados sobre o aumento de doadores? Gostei muito da propaganda mas quero a verdade sempre, com todos os detalhes. Atenciosamente Jonas Bender.
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Assessoria (Y&R), Atendimento (Y&R), Clientes (Y&R), Comerciais & Vídeos, Entretenimento, Estilo & Comportamento, Geral, Mídia (Y&R)
A Santa Casa de São Paulo comemora os resultados da campanha criada pela Y&R com o propósito de conscientizar a população sobre a importância de doar órgãos. A agência colocou no ar em maio desse ano o filme “Cachorro” , com o intuito de dar continuidade aos esforços de comunicação do Serviço de Captação de Órgãos e Tecidos da Santa Casa de São Paulo. Em apenas três meses de veiculação, a instituição aumentou em 30% a captação de órgãos no primeiro semestre, tendo batido recorde de doadores, chegando a 60 doadores nos primeiros 7 meses de 2008, contra 62 doadores em todo o ano passado.
A criação é de Axel Levay, Marilu Rodrigues e Widerson Souza, com direção de criação de Tomas Lorente e Cássio Zanatta. A direção de cena é de Alex Gabassi, da produtora O2 Filmes, e trilha sonora composta por Hilton Raw e Fernando Forni, da produtora Hilton Raw.
Veja o filme aqui: