(por Marcos Teixeira, via Trippin’ UoD)
Quem estiver em NY entre os dias 24 de outubro e 17 de novembro poderá ver suas próprias batidas do coração sendo executadas por 200 spots de luz. O evento de nome longo: Rafael Lozano-Hemmer’s Pulse Park light installation. Fica no Madison Square Park e trata-se de uma instalação onde duas esculturas com sensores colocadas no norte e no sul da praça, captam suas batidas cardíacas e as transmitem em tempo real para os holofotes. O evento começa ao por do sol e vai até as 10 da noite. Fica aí mais uma dica e essa literalmente de coração.
Arquivo do autor Wagner Brenner
(por Marcelo Prais, via UoD)
Ontem, aconteceu aqui em NY o primeiro dia do IAB MIXX Conference & Expo 2.8, principal evento digital durante a Advertising Week do mercado americano. Os principais líderes das indústra estão discutindo as mudanças que o mercado passa e as principais tendências que batem à porta de anunciantes, veículos e agências. O tema esse ano - INVENTION AND REINVENTION - resume bem o momento da indústria da comunicação. Sim, Darwin estava certo e queiram ou não, digital ocupa cada vez mais espaço. Mesmo sendo um meio de massa com plena capacidade de segmentação e mensuração, ainda é algo em torno de 10% do bolo do investimento publicitário (nós estamos na casa dos 3,8%, conforme projeção do IAB Brasil). Nesse ano, cerca de 80 profissionais de agências, veículos e anunciantes marcaram presença. Nokia, Cadbury-Adams, Diageo, Petrobras, Credicard, Casas Bahia e Colgate são alguns belos exemplos do interesse do nosso mercado. Agências tradicionais, agências digitais e os principais veículos também estão aqui.
Construir algo novo, errar, acertar, fazer de novo e gerar um ciclo, sempre foi parte do nosso negócio, mas agora o ciclo é menor e cada vez mais contínuo. Não sou eu quem digo e não é de hoje. Interessante enxergar algumas visões agressivas de gigantes da indústria. Deborah Meyer, CEO da Chrysler, cita: “pensar em criar awareness, centro de uma estratégia de marca é muito pouco e é uma medida “over rated by most brands and agencies”. Se colocarmos o comment no devido contexto - mercado altamente competitivo onde os japoneses estão dominando enquanto as grandes marcas americanas perdem ano a ano bilhões aqui na América (em tempo: o Brasil, nesse sentido, vai bem obrigado), wall street espirra e lá se vão milhões par o espaço e o petróleo/bio combustíveis pressiona a indústria, construir awareness e só não é top list em tempos onde o S.E.M. é a primeira fonte confiável de consultas para marcas, produtos e serviços, onde as redes sociais influenciam cada vez mais a decisão de compra e onde 80% dos compradores usam a web como principal fonte no processo de compra. Há algo de certo aí não? Vale checar, o www.ramchallenge.com
Continue reading ‘Updater no IAB/Mixx Conf. & Expo 2.8 (NY)’
(por Rafael Ziggy via UoD)
Bom, o que não falta é piadinha pra descrever essa, vamos suavizar, “falta de sorte” do Brasil nas Olimpíadas. Todos os favoritos caíram. Agora há pouco o jogo de vôlei de praia mostrou o retrato do nosso país na competição. Começaram ganhando, deixaram empatar e perderam o primeiro set. Ganharam apertado o segundo e no final perderam feio de 15 a 4 no tie-break. Ou seja: começa bem, mas no final sempre perde.
Tenho notado a reação das pessoas quando estão assistindo o jogo. Quando começa a perder ninguém dá mais bola. “Ah, vai perder de novo, quero é novidade”. Junto a isso as piadinhas “É bronze Brasil!”, “Brasil é mesmo um país bronzeado”.
Essa descrença nos atletas brasileiros já pode ser vista de várias maneiras online. Algumas iniciativas mais agressivas como o Fracasso.com.br. Outras mais bem humoradas como o Bronze Brasil. Sobrou até para uma ferramenta criada com o intuito de “agourar” os adversários do Brasil. Só que com tanta derrota a situação se inverteu. Dá uma olhada nos bonequinhos da disputa Brasil x Bélgica no futebol masculino.
É, se nos esportes com menos tradição já ficamos revoltados, no futebol isso triplica. Deixa pra lá, se não tivesse perdendo tanto não teria assunto pra esse post e tantos motivos pra rir da própria desgraça. Aí vai mais um deles, um vídeo mostrando que quando o assunto é bom humor: “É ouro para o Brasil!”.
(por Paula Rizzo, via UoD)
Confiram abaixo a mais nova execução da campanha Get a Mac, que fala de um serviço que tranfere os dados do PC antigo da pessoa pro novo mac na Apple Store sem cobrar nada por isso:
Vamos esperar agora a data de 4 de setembro para ver o contra-ataque da Microsoft que contratou a Crispin, Porter + Bogusky como agência e anunciou ter contratado Jerry Seinfeld para protagonizar seus comerciais. Vale lembrar que Seinfeld já participou da campanha da Apple (em uma montagem do comercial “Think Different”, em 1998) o que vem gerando a maior polêmica e sendo tratado como “traição” pelos fãs da marca. Não é para menos. A Apple resolveu homenagear o comediante e, ao fim do último capítulo da última temporada de seu seriado, fez a montagem do comercial colocando Seinfeld ao lado de grandes gênios, de pessoas que mudaram a história. O comercial veiculou uma única vez.
Agora é esperar para ver. Falta menos de uma semana…
Com trilha da Play (boa Tuleta!)
Versão Lula
Expanda para assistir as versões Silvio Santos, Mano, Vitor Fasano (do Twitter), Solange (a gaga de Ilhéus) e blogueiro. [via]
Continue reading ‘Os 3 Porquinhos em várias versões (El Ojo)’
The Conversation (The art of listening, learning and sharing) é um mapa criado por Brian Solis do Blog PR 2.0 e que categoriza os principais representantes do Social Media, ou gente falando com gente. Mais do que sites, são canais entre mortais. Estabelecer conversas turbinadas por tecnologia e com abrangência mundial é definitivamente uma das mais eficientes formas de compartilhar conhecimento e experiências e, claro, persuadir. Clique na imagem para ampliar. Brian aproveita para recomendar a leitura do e-book gratuito The Essential Guide to Social Media. E, por que não, aproveite para rever o video do divórcio entre anunciante e consumidor expandindo o post.
[via]
(tks Alê Silveira e Duda Hernandez)Andre Perkowski criou uma colagem não-comercial de 12 minutos contando a origem do homem-morcego, usando basicamente filmes-mudos da década de 20. “Bob Kane e Bill Finger desenharam em muitos filmes-mudos para criar o Batman e eu sempre quiz contar a estória usando essa técnica”Do mal, cavernoso, sinistro, completamente asqueroso. Veja este Batman de 1920, mas tire as crianças da sala.Na parte 2, o Coringa, Pingüim (vou usar o trema enquanto posso) e Mulher Gato.
Os filmes usados na colagem são:THE BAT (1926)THE MAN WHO LAUGHS (1928)THE CABINET OF DOCTOR CALIGARI (1920)Edison’s FRANKENSTEIN (1910)THE WONDERFUL WIZARD OF OZ (1910)BATMAN (1943 for Ghul and Wayne in Lab)Expanda o post para assistir a parte 2. Continue reading ‘Batman de 1920′
(por Adriana Salles Gomes, via UoD HSM)
Embora valha a pena ler o artigo inteiro do Mintzberg, que até detalha um workshop para fazer os funcionários usarem os três modelos de decisão, vou adiantar aqui quando cada modelo funciona melhor, com seus pontos fortes e fracos:
01. “PRIMEIRO PENSE” funciona melhor quando temos uma questão clara, dados confiáveis, o mundo estruturado, quando nossos pensamentos podem ser controlados e a disciplina aplicada, como em um sólido processo de produção.
02. “PRIMEIRO VEJA” é necessário quando muitos elementos precisam ser combinados para se chegar a soluções criativas e o comprometimento com elas é fundamental, como no lançamento de um novo produto. A organização precisa fugir do convencional, estimular a comunicação através das fronteiras, furar bloqueios cerebrais e empenhar tanto o coração quanto a cabeça
03. “PRIMEIRO FAÇA” é preferível em situações inusitadas e confusas, em que as coisas precisam ser resolvidas. Normalmente, é o caso de um novo setor –ou de um antigo que tenha sido lançado no caos por uma nova tecnologia.
NE: acrescentei um video para ilustrar o processo de decisão.
(tks Alê Silveira)
Sabe aquele imenso PARE escrito no asfalto, todo esticado, mas que você lê certinho de dentro do carro? Usando o mesmo princípio o designer Axel Peemoller criou uma sinalização para uma garagem em Melbourne/AUS (Eureka Tower Carpark) inteiramente feita com letras que “aparecem” de maneira correta, no momento certo.
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Post com trilha:
Estudo promovido pela Basex e destaque do Wall Street Journal e NY times: Information Overload. Foram instalados tracking softwares em 40 mil computadores e os resultados, finalmente quantitativos, são impressionantes.
- US$ 650 Bilhões jogados no lixo por “produtividade desperdiçada” (vagabundagem tech)
- 50 checagens de e-mail por dia, por pessoa
- 77 papinhos no Messenger por dia, por pessoa
- 40 sites por dia, por pessoa
Parece que finalmente os números começam a provar o que a gente constata olhando para o lado: muita gente ocupada, pouca gente produzindo de fato. Nada contra o ócio criativo, mas isso não tem nada a ver com e-mails, messenger, etc.
(por Neto, via UoD) Num Festival grande como o de Cannes, com milhares de inscrições, de todo canto do mundo, é de se esperar que uma boa parte dos trabalhos inscritos seja de qualidade duvidosa. O trabalho do júri, então, é construir em três dias, um shortlist. Separar aquilo que é ruim, ou apenas ok, daquilo que é ótimo ou brilhante. Neste processo, os dois extremos são fáceis de descobrir. Um trabalho abaixo da média é ignorado ou as vezes até arranca uma piada de algum jurado. Já um trabalho brilhante desperta interesse de todo o grupo. As vezes até aplausos. O difícil, portanto, não é descobrir o que é ruim ou o que é bom. Difícil é o trabalho mediano. Aquele que para alguns pode parecer genial e para outros medíocre. Paradoxalmente são esses trabalhos que despertam as maiores discussões. Justo esses, que dificilmente vão se transformar em um prêmio, são os que dão mais trabalho ao júri. Mas voltando ao trabalho brilhante, que é o que nos interessa: hoje surgiu um trabalho assim. E outro ontem. Até agora são 2 em mais de 300 trabalhos analisados. A campanha de ontem eu já conhecia pela Internet, mas a de hoje eu não conhecia e é realmente muito boa. E veja que sorte: a campanha foi colocada em votação exatamente quando o presidente do júri estava na nossa sala. Justo nessa hora. Digo isso porque ficou evidente que ele gostou e tem uma coisa curiosa que acontece ao longo da competição: algumas campanhas brilhantes vão ganhando corpo ao longo das votações. Quanto mais você ve, mais você gosta. É como se tivessem vida própria. Uma peça que sai do lugar comum ainda no pré-shortlist tem muita sorte, porque após identificada, ela se transforma informalmente , no benchmark dos trabalhos. Aos poucos, mais e mais jurados começam a conhece-la. O presidente fala da tal peça, e de repente, a peça se torna inqüestionável. E sendo inqüestionável ninguém mais arrisca o direito de não lhe dar ouro.
(Por Neto, via UoD) Sabe qual foi a última vez que eu acordei as 7:30 da manhã, para tomar café da manhã na beira da piscina, num hotel da Riviera Francesa, num dia de sol de rachar? Não teve última vez. Isso aqui é único. A notícia triste é que uma hora depois, estamos caminhando de cabeça baixa, em fila, na direção de uma porta dos fundos do Palais, a duas quadras do hotel, onde ficaríamos trancados o dia inteiro, julgando as primeiras cento-e-poucas peças. Fade out. Fade in. Estamos os 18 jurados sentados em duas filas de cadeiras escutando os textos de abertura. Phil Thomas o CEO, depois Armin Jochun, o presidente do júri do Promo Lions. É bacana. O texto do Phil faz você perceber a importância do prêmio. São mais de 600 jornalistas de todo o mundo cobrindo a performance de uma infinidade de trabalhos. O recado de Armin foi simples e objetivo: “Privilegiem as boas idéias, mas lembre-se que estamos julgando Promo, então algum efeito para as marcas é de se esperar”. Efeito é uma palavra boa. Porque não é necessariamente “vender”. A verdade é que, hoje em dia, é muito difícil separar campanhas em “disciplinas”. Tudo é on, tudo é off, tudo é colaborativo, tudo é integrado. Campanhas de Promo usam mídia, campanhas de ATL são promoções. Então é complicado dizer para o júri: “votem só no que é promoção”. O júri foi, então, dividido em 3 grupos, cada um com 6 jurados. Continue reading ‘Updater em Cannes 2008: 1º dia de votação’
(por Marcelo Tripoli, via UoD)Estou participando do WOMM-U, o congresso anual promovido pela Word of Mouth Marketing Association (Womma)O evento reúne durante 2 dias marqueteiros e publicitários de grandes empresas como Unilever, Dell, Apple e Disney. As apresentações trazem para mesa um tema presente na pauta dos gestores de marketing dos quatro cantos do planeta: Como uma marca pode atingir seus objetivos utilizando ferramentas de marketing boca-a-boca.Me surpreendeu o formato do evento. Existem poucas sessões gerais (as famosas keynote sessions). A maior parte das atividades acontecem em mesas redondas aonde até 12 profissionais orientados por um moderador colocam um tema para discussão e todos são convidados a interagir. Na foto você confere uma destas mesas em ação. Em breve irei compartilhar as principais idéias que estão rolando por aqui.
Ler uma tirinha da Turma da Mônica não tem erro. Um Asterix, moleza. Mas a navegação de algumas das HQ mais modernas e radicais tem uma dinâmica diferente, ganhando cada vez mais elementos de storyboarding como overlaps e layouts que deixaram de ser apenas um frame para ajudar na narrativa, realçando movimentos de camera e personagens. Neil Cohn, especialista em linguagem visual, acaba de publicar um estudo sobre a influência do layout na maneira como navegamos por um quadrinho. Para baixar uma cópia, clique aqui.
(por Neto, via UoD)
Tem coisas que merecem todo a nossa atenção. Eu já falei aqui sobre o projeto Amigos para Sempre, do Tico da Bobstore. O projeto continua firme e forte. O Tico lançou uma linha de colares focando a preservação do ambiente, com renda revertida para o Amigos para Sempre. Além disso, confira a exposição de fotos de Marcelo Bormac, dia 16/04, 19h30, no Ateliê Oral, Rua João Lourenço, 564, Vila Nova Conceição, São Paulo. A renda da exposição também vai para o projeto. Um jeito facinho de ajudar.


